” O mau, o BOM e o Playboy confuso de volta”


Em cartaz

por Caroline Araújo

Geralmente continuações são sinônimos de “encrenca” só para não deixar os personagens morrerem no imaginário do publico e logicamente, aumentar a venda de subprodutos oriundos do projeto original. São realmente poucas as continuações que são fodásticas – “Exterminador do Futuro 2” do megalomaníaco James Cameron é fora de série e “Cavaleiro das Trevas” de Chris Noan é algo assim, tipo, a cereja do bolo. Em fim, toda a vez que vamos assistir uma continuação, imageticamente ainda carregamos na memória o filme anterior.

Não seria diferente com “Iron Man 2 – O Home de Ferro 2” (2010) dirigido por Jon Favreu que assina o anterior. Com muito Back Sabbah na cabeça ressoando ainda, sentei-me a espera da película que se abrilhantava na cabine de projeção. Uma coisa é certa, a nova safra de diretores que se colocaram a frente de projetos originalmente já conhecidos e principalmente, vindos do universo de HQ’s, esta dando um show sobre COMO SE DEVE fazer um filme de quadrinhos.

“Iron Man 2” é bom sim. Não é o Ual! Tal qual o primeiro, mas segura a onda, resolve bem o drama psicológico do personagem de Stark e consegue sutilmente abril um leque imenso para novas histórias, não de continuações (embora isso seja tangível facilmente), mas de outros personagens de HQ’s que tem as tramas entrelaçadas com o cara de ferro em questão.

Tony Stark é irresistível na pele de Robert Downey Jr., ou seria o inverso¿ rs.. tanto faz. Desde que ele ressurgiu das cinzas cinematográficas, ninguém segura mais. E no fundo fico feliz, pois ele é um excelente ator como há algum tempo não se fabrica mais. Enquanto o Filme passava e eu via aquele Mickey Rourke no papel de um físico russo muito muito nada simpático. Só não curti aquelas mechas brancas no cabelo, sei lá, mas de qualquer forma é engraçado vê-lo interpretado esse tipo de personagem quase deformado (sem falar no tanto de tatuagem, cabelo hippie no S e dente de OURO). Engraçado porque nos idos anos 80 e 90 o cara era só um Sex Simbol em ascenção. Yep. “9 1\2” e meia de Amor que o diga.

O que mais gosto é a entrada gradativa dos símbolos para que esperemos a história dos “The Avangers” – (o escudo do Capitão América aparece entre outras inserções subliminares durante a película). Ou seja, depois de muito se fazer filmes de super-heróis, eis que pensaram finalmente em como fazer da forma certa. Ser cercear uns e enaltecer outros. O Mesmo ocorre com a nova releitura dada ao morcegão orelhudo de Gothan. E isso mostra que a evolução é maravilhosa hein. A claro, como esquecer, ACDC “ Hightway to Hell” é Mara!

 

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